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Já parou para pensar sobre como pagar INSS sendo autônomo? A preocupação é comum, principalmente para quem trabalha por conta própria e quer garantir seus benefícios, bem como a sua tão sonhada aposentadoria.
Neste artigo do Cartão Atacadão, nós vamos explicar como pagar INSS como autônomo, quais opções existem e como escolher a melhor para o seu bolso. Desse jeito, você poderá tomar a melhor decisão com confiança. Vamos começar?
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Por que pagar o INSS autônomo?
Para além da obrigação, contribuir para o INSS é uma forma de garantir segurança para você e para a sua família. Mesmo trabalhando por conta própria, você passa a ter direito a benefícios importantes, que podem fazer toda a diferença em momentos específicos da vida.
Mas se você ainda está se perguntando “quem paga o INSS autônomo tem direito a que?”, abaixo, listamos alguns dos principais motivos para não deixar essa contribuição de lado:
- Aposentadoria garantida: ao contribuir para o INSS, você assegura a sua aposentadoria no futuro, sem depender apenas de uma renda instável ou de terceiros;
- Cobertura em caso de doença: se você ficar doente e não puder trabalhar, o INSS oferece o auxílio-doença para manter a sua renda;
- Proteção para a sua família: em caso de falecimento, por exemplo, os seus dependentes podem receber a pensão, que serve como um suporte financeiro;
- Direito a salário-maternidade: as mulheres autônomas também têm acesso a esse benefício, desde que estejam em dia com as suas contribuições;
- Segurança contra imprevistos: com o INSS autônomo, tanto acidentes quanto incapacidades temporárias, passam a ser cobertos.
E o que acontece se não pagar o INSS autônomo?
Por sua vez, deixar de pagar o INSS autônomo pode resultar em consequências sérias quando se trabalha por conta própria. Sem a contribuição, você perde acesso a benefícios importantes, como:
- Aposentadoria;
- Auxílio-doença;
- Pensão por morte para dependentes.
Outro ponto importante é que, quanto mais tempo você ficar sem contribuir, maior será a dificuldade para regularizar a sua situação no futuro. Isso pode significar valores acumulados e até atrasos na concessão de benefícios. Por isso, emitir a guia do INSS autônomo e manter as suas contribuições em dia é sinônimo de tranquilidade no futuro.
Qual o valor do INSS para autônomo?
É importante mencionar que, antes de descobrir como pagar INSS como autônomo, você precisa escolher um plano. Nesse cenário, os valores variam de acordo com o seu objetivo e a sua renda. Confira, em seguida, quais são essas opções:
Plano simplificado (alíquota de 11%)
- Valor fixo, aplicado sobre o salário mínimo. Em 2025:
- Com o salário mínimo de R$ 1.550 → contribuição de R$ 170,50 mensais.
Esse plano oferece benefícios como a aposentadoria por idade e auxílio-doença, mas não dá direito à aposentadoria por tempo de contribuição.
Plano normal (alíquota de 20%)
Nesse caso, a guia do autônomo é variável e baseada na sua renda, respeitando o piso (salário mínimo) e o teto do INSS (R$ 7.786,02 em 2025):
- Com o piso de R$ 1.550 → contribuição mínima de R$ 310.
- Já no teto de R$ 7.786 → paga até R$ 1.557,20.
O plano, em contrapartida, permite a aposentadoria tanto por idade quanto por tempo de contribuição.
Contribuição com alíquota reduzida (5%)
Quem é formalizado como Microempreendedor Individual (MEI), assim como pessoas de baixa renda, estudantes ou donas de casa, podem realizar esse tipo de contribuição. Em 2025, por exemplo, a modalidade paga com R$ 75,90, mas tem direito apenas à aposentadoria por idade.
Afinal, como pagar o INSS sendo autônomo?
Pode parecer complicado no início, mas a maneira como autônomo paga INSS é bem fácil na prática. Veja como fazer a partir das etapas que mostramos abaixo:
1. Acesse o Meu INSS
Primeiramente, entre no Meu INSS (pelo site ou pelo aplicativo) e faça o login por meio da sua conta gov.br. Depois, procure a opção “Emitir Guia de Pagamento (GPS)”. A guia é o documento usado para recolher a sua contribuição nessa modalidade.
2. Preencha seus dados e escolha o código certo
Para começar a pagar INSS como autônomo, informe:
- Seu NIT/PIS/Pasep (número de inscrição);
- O mês de competência (referente ao pagamento);
- O código de pagamento, que varia conforme o plano:
- 1007 – Contribuinte individual (20%);
- 1163 – Plano simplificado (11%).
3. Calcule e gere a guia GPS
Logo após escolher o código, insira o valor da contribuição e clique em “Calcular”. Em seguida, o sistema vai gerar a guia com um código de barras para o pagamento.
4. Pague até o dia 15 do mês seguinte
Você pode pagar:
- Pelo internet banking ou aplicativo do seu banco;
- Em lotéricas (para valores até R$ 1.000);
- Em caixas eletrônicos ou até configurar via débito automático.
5. Se atrasar, regularize pelo SAL
Caso você perca o prazo para realizar a contribuição do INSS autônomo, gere uma nova guia pelo Sistema de Acréscimos Legais (SAL), que calcula os juros e a multa. Então, quanto antes você regularizar, melhor é para não pagar valores altos.
Por fim, guarde sempre os comprovantes e mantenha as suas contribuições em dia para garantir os seus direitos no INSS.
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Erros comuns ao recolher o INSS autônomo
Agora que você já sabe como pagar o INSS sendo autônomo, é imprescindível evitar alguns pequenos deslizes que podem comprometer os seus direitos. Os mais frequentes são:
- Escolher o código errado: usar um código incorreto pode limitar seus benefícios, então sempre confira se está usando o 1007 (20%) ou o 1163 (11%), conforme o seu plano;
- Pagar fora do prazo: o vencimento da GPS é até o dia 15 do mês seguinte. Lembre-se que os atrasos geram juros e multas, além de possíveis problemas para manter a qualidade dos benefícios previdenciários;
- Não guardar os comprovantes: eles são a sua prova de contribuição, por isso salve tudo digitalmente ou em papel;
- Contribuir com um valor menor que o mínimo: essa é uma atitude que pode invalidar a sua competência, portanto verifique sempre o valor mínimo atualizado;
- Esquecer de atualizar os dados no INSS: com informações desatualizadas, fica mais difícil ter acesso aos benefícios.
Enfim, pagar o INSS como autônomo é um investimento na sua segurança e na proteção da sua família. Com organização e atenção aos detalhes, você garante os seus direitos e ainda diminui as chances de ter dores de cabeça no futuro.







